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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Conheça o Relógio Celular GT08 Smartwatch para Android e iPhone


Ter um relógio inteligente já é o desejo de muitas pessoas, mas nem todas tem dinheiro para realizar esse desejo. Por isso, apresentamos o GT08, um relógio inteligente de baixo custo que pode efetuar e receber ligações sem precisar de um Smartphone, pois ele aceita cartão (chip) micro SIM.

Este aparelho monitora suas atividades físicas, monitora o seu sono, tem compatibilidade com smartphones Android e iOS e ainda mostra as horas (afinal, estamos falando de um relógio).


Design Apple Watch

O GT08 tem um design ao estilo Apple Watch: retangular e com uma coroa para facilitar a navegação pelo sistema. O smartwatch tem uma pulseira de silicone, uma material muito usado em relógios. Isso é importante especialmente se você pretende monitorar o seu sono com esse produto. Já que você precisa dormir como ele no pulso, ele tem que ser confortável. A pulseira pode vir nas cores preta ou vermelha, enquanto o case pode vir em dourado, preto ou prata.




Sua tela de 1,56 polegadas pode exibir fotos ou vídeos guardados nele mesmo ou no celular. Falando de armazenamento, o produto tem uma pequena memória interna, mas a dica é comprar junto com ele um cartão de memória TF de 32 GB. Dessa forma, você pode sair para correr ou caminhar sem precisar levar o seu smartphone. Mas é melhor ter um fone Bluetooth, senão o jeito será ouvir as músicas pelo alto-falante do relógio.



Esse relógio celular também é resistente à água para que você possa, por exemplo, tomar chuva sem se preocupar com a sua integridade. No entanto, o produto conta com a certificação IP53, que lhe confere a proteção contra respingos. Ele não pode/deve ser submerso ou então você enfrentará problemas.




Pedômetro

A OMS recomenda que uma pessoa saudável dê, em média, 10 mil passos por dia. Você já parou para pensar quantos passos você dá em um dia? Com um smartwatch é fácil descobrir. O aparelho tem um acelerômetro, o mesmo componente eletrônico que está no seu celular e permite que você jogue games virando-o de um lado para o outro. Desta forma o aparelho informa a contagem de passos, muito útil para os seus exercícios.




Bateria

A bateria do GT08 é recarregada por meio de um cabo micro USB, o mesmo que é usado nos smartphones com sistema Android. É provável que você tenha um cabo desses em algum canto da sua casa, mas ele vem com na caixa, por via das dúvidas. A bateria tem capacidade de 350 mAh, o que deve lhe oferecer uma autonomia de uso o suficiente para o dia todo.

Câmera

Um recurso adicional que pode ser interessante quando você não estiver com o celular à mão é a câmera de 0,3 megapixels que vem no GT08. E esse é um extra do produto, não espere tirar selfies incríveis com ele — essa é uma missão para o seu smartphone.



Insira um chip de sua operadora e faça ligações 

Mais um bônus do GT08 é a possibilidade de inserir um cartão micro SIM, isso mesmo, um chip de operadora e usá-lo como um celular reserva. Pode ser estranho falar com um produto que está no seu pulso, mas essa é uma função interessante para aqueles (constantes) momentos em que você fica sem bateria no smartphone.



À venda na Eletrosferas.com, um site brasileiro de e-commerce que tem frete gratuito para todo o Brasil, o Relógio Celular GT08 sai por 159 reais. O valor do aparelho não chega nem perto dos 900 reais cobrados pela Motorola no Moto 360, muito menos nos R$ 3.000,00 que a Apple pede pelo Apple Watch. Ou seja, você pode investir menos dinheiro e comprar um aparelho que oferece recursos similares (e até alguns de bônus).
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Samsung cria smartwatch conceitual que usa mãos como tela

A Samsung sempre está se reinventando em suas patentes. A gigante da Coreia do Sul foi a que mais registrou licenças de designs em 2015, aparecendo novamente, ainda nesta semana, com mais uma inovação conceitual. A empresa asiática redesenhou sua concepção sobre os relógios inteligentes, criando um novíssimo modo de como o usuário deve interagir com ele.


Ao invés de limitar a exibição de informações pelo pequeno display do gadget vestível, a mesma pensou em expandir os dados às mãos do utilizador, funcionando sobre a pele do dono. Um projetor lateral é capaz de mostrar opções estendidas no membro do consumidor, fazendo com que a utilização do acessório esperto seja mais confortável, levando em conta que os modelos da atualidade possuem telas que não passam de 2 polegadas de tamanho diagonal.


O relógio inteligente imaginado pela Samsung, como pode-se ver acima, está mostrando um mapa e a localização do usuário. Para não obstruir a visão no pequeno display, as informações sobre o endereço em que ele se encontra e os locais nas proximidades são expandidas para a parte de cima da mão do utilizador.


A opção “zoom in”, identificada no canto inferior direito da projeção feita pelo aparelho diminuto, indica que a empresa asiática saiba como entender os toques na pele como ações, permitindo que o dono aperte nessa área para aproximar o que é visto no mapa. Isto removeria uma das mais fortes limitações dos wearables de hoje em dia, responsáveis por fazer os clientes “ralarem” para encontrar informações na pequena tela embutida.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Pulseiras inteligentes podem estimular exercícios físicos


A tecnologia vestível ganha novos adeptos todos os dias. Dos que querem perder peso aos esportistas avançados, o monitoramento pode ser um grande aliado na busca por uma vida saudável. E ele pode vir na forma de uma pulseira simples ou de um smartwatch.

"Pulseiras de monitoramento são muito boas para aqueles que gostam de detalhes e desafios", conta Larissa Kussano, gerente de ginástica da Bio Ritmo. "Vale o investimento para aqueles que precisam se habituar com atividades físicas e que são motivados por metas a serem alcançadas".

Segundo Larissa, mais pessoas estão interessadas em tudo que está atrelado à saúde. "Esse tipo de tecnologia é atrativa, já que 'dá mais informações que nem sempre a própria pessoa consegue reconhecer."


A duração da bateria desse tipo de dispositivo varia de acordo com o uso. Mesmo que você pergunte a um amigo ou acredite no fabricante, o tempo antes da recarga pode mudar. O tempo informado pelos fabricantes é apenas aproximado.

Algumas pulseiras também garantem um despertar mais sutil, baseado em seu estágio de sono. Mas, se você tem um sono pesado, as pequenas vibrações não serão suficientes para acordá-lo.

Resumindo: "no pain, no gain". Se você precisa ou gosta de praticar exercícios, o fundamental é o esforço. Use a tecnologia para aprimorar seu treino, mas não espere um milagre. 

"Para nós, professores, se bem utilizada é mais um bônus do que um ônus", diz Larissa. Ela salienta: "Isso não substitui a orientação do professor ou da nutricionista, mas ajuda o aluno a enxergar os pontos que muitas vezes atrapalham os resultados, como dormir pouco, passar horas e horas sentado sem movimento ou não beber água o suficiente."

Se você não sabe se vai se adaptar às pulseiras de monitoramento, a Mi Band, da fabricante chinesa Xiaomi, é um bom começo. O custo-benefício desse gadget é imbatível. Mesmo com estoque indisponível no distribuidor no momento em que este texto foi escrito, o produto importado ainda é mais barato do que os dos concorrentes. 

A pulseira se comunica por meio das luzes de LED e vibração, por isso é necessário aprender a "ler" esses sinais. Também funciona como despertador. Sobre a capacidade da bateria, por ter poucos recursos visuais e usar Bluetooth Low Energy, o fabricante garante 30 dias de uso sem recarga, muito mais tempo do que qualquer concorrente.

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

sábado, 9 de julho de 2016

Mercado mundial de vestíveis mais que dobra no primeiro semestre



Uma combinação de lançamentos de dispositivos, redução de preços, e cortes em empresas marcou o primeiro trimestre de 2016 no mercado de wearables no mundo. De acordo com dados da IDC, o volume total de embarques no setor atingiu 19,7 milhões de unidades no período, um aumento de 67,2% em relação aos 11,8 milhões de unidades vendidas no primeiro trimestre de 2015.

Monitores de saúde e smartwatches foram os principais atrativos que impulsionaram o mercado. Reduções de preços de vários vestíveis, incluindo o da Apple e maior participação de categorias emergentes, especialmente vestuário e calçados, também contribuíram.


"A boa notícia é que o mercado wearables continua a amadurecer e expandir", observou Ramon Llamas, gerente de pesquisa para a equipe de Wearables da IDC. O especialista pontua que, atualmente, o mercado está tomando forma e evoluindo seguindo tendências de moda e recursos. "Isso os mantém relevantes. A desvantagem é que está se tornando um mercado superlotado, e não há garantia de sucesso para todos", ressalta.

Ainda assim, existem duas áreas onde o mercado apresenta crescimento contínuo: relógios inteligentes e wearables básicos (dispositivos que não executam aplicativos terceiros).

"Relógios inteligentes tentar oferecer experiências holísticas por ser tudo para todos, enquanto wearables básicos como pulseiras fitness, roupas conectadas, ou hearables têm uma abordagem centrada e muitas vezes oferecem usos especializados", afirma Jitesh Ubrani, analista sênior de pesquisa da IDC. Para ele, é errado comparar wearables básicos com dispositivos inteligentes, como smartwatches. Eles não são concorrentes, comenta.

"Conjuntos de recursos exclusivos combinados com diferenças substanciais no preço e desempenho definem cada categoria, e deixa muito espaço para ambos crescerem ao longo dos próximos anos", ressalta Ubrani.

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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Segundo pesquisa, desenvolvedores não estão mais criando apps para o Apple Watch


Assim que o Apple Watch foi lançado, houve uma enorme correria por parte dos desenvolvedores para criar apps que rodassem no relógio. Na verdade, tudo o que se tinha era uma “gambiarra” (apps sendo executado no iPhone, porém mostrados no smartwatch); depois, contudo, a Apple finalmente lançou o SDK1 do watchOS, permitindo a criação de apps que rodam exclusivamente no relógio.

Em pouco tempo, a App Store dedicada ao relógio estava cheia de aplicativos. Só que, de acordo com o Tim Anglade — desenvolvedor e vice-presidente da Realm (um banco de dados mobile utilizado por cerca de 100.000 desenvolvedores, atingindo ~1 bilhão de pessoas) —, esse frenesi passou. O executivo contou ao Business Insider UK que, atualmente, para cada 1.000 apps criados para iOS, temos 10 para o tvOS e talvez apenas 1 para o watchOS.

Por quê? É óbvio que ninguém tem a resposta, mas dá para imaginar alguns motivos como, por exemplo, a dependência que o Apple Watch ainda tem do iPhone para que tudo aconteça (e não me refiro ao app em si, que tem como rodar no Watch sem o iPhone por perto, mas sim um GPS dedicado, conexão com a internet, etc.). Quem sabe com o lançamento da segunda geração do Watch, a Apple corrija boa parte dos “defeitos” do relógio e faça com que desenvolvedores enxerguem novamente o watchOS como uma boa oportunidade de lucrar.

Fonte: http://9to5mac.com

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