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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Samsung cria smartwatch conceitual que usa mãos como tela

A Samsung sempre está se reinventando em suas patentes. A gigante da Coreia do Sul foi a que mais registrou licenças de designs em 2015, aparecendo novamente, ainda nesta semana, com mais uma inovação conceitual. A empresa asiática redesenhou sua concepção sobre os relógios inteligentes, criando um novíssimo modo de como o usuário deve interagir com ele.


Ao invés de limitar a exibição de informações pelo pequeno display do gadget vestível, a mesma pensou em expandir os dados às mãos do utilizador, funcionando sobre a pele do dono. Um projetor lateral é capaz de mostrar opções estendidas no membro do consumidor, fazendo com que a utilização do acessório esperto seja mais confortável, levando em conta que os modelos da atualidade possuem telas que não passam de 2 polegadas de tamanho diagonal.


O relógio inteligente imaginado pela Samsung, como pode-se ver acima, está mostrando um mapa e a localização do usuário. Para não obstruir a visão no pequeno display, as informações sobre o endereço em que ele se encontra e os locais nas proximidades são expandidas para a parte de cima da mão do utilizador.


A opção “zoom in”, identificada no canto inferior direito da projeção feita pelo aparelho diminuto, indica que a empresa asiática saiba como entender os toques na pele como ações, permitindo que o dono aperte nessa área para aproximar o que é visto no mapa. Isto removeria uma das mais fortes limitações dos wearables de hoje em dia, responsáveis por fazer os clientes “ralarem” para encontrar informações na pequena tela embutida.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Pulseiras fitness dominam mercado de vestíveis


O primeiro estudo ComTech Wearables da Kantar Worldpanel mostra que, em março deste ano, mais de um em cada dez consumidores nos EUA possuíam uma pulseira fitness ou smartwatch (12,2%), quase o dobro da penetração nos principais mercados europeus (Reino Unido, Alemanha, França, Itália), onde a margem é de 6,6%


As chamadas “fitbands” dominam o mercado norte-americano – 3 em cada 4 wearables “para o pulso” são dessa categoria. Tanto para usuários de smartwatches quanto para compradores de pulseiras fitness, a marca,  facilidade de uso e as funcionalidades incluídas são os principais motivos para compra, mais do que design e preço. A marca Fitbit se estabeleceu como uma líder desse mercado desde o início, capturando 61,7% da base instalada nos EUA, ao comunicar valores de marca simples e claros para seus consumidores.


Apesar da propaganda dos smartwatches destacar suas funcionalidades ligadas a um melhor estilo de vida e controle de atividades físicas, eles estão em geral substituindo os relógios de pulso tradicionais. Nos EUA, 31,9% de todos os smartwatches e 43% dos Apple Watches foram adquiridos para substituir modelos “não inteligentes”. Já nos principais mercados europeus, a batalha com os relógios de pulso fica ainda mais intensa, com 39% de todos os smartwatches tomando o lugar de um relógio tradicional, taxa que chega a 49,6% entre os usuários de Apple Watches e 41,5% para quem adquiriu um modelo da Samsung.

No Brasil, dados de uma pesquisa da Lightspeed, realizada no início deste ano, mostraram que os brasileiros e os britânicos tendem a preferir o uso de pulseiras fitness à smartwatches. O público brasileiro costuma ser mais cauteloso com a compra, já que ainda estão pensando na aquisição de outros itens tecnológicos, como smartphone e tablets, como destaca David Fiss, diretor de client service da Kantar Worldpanel.