quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Conheça o jogo que utiliza imagens gravadas por drones


Você já viu algum vídeo com imagens de drones e ficou pensando 'nossa, onde será que esse vídeo foi gravado?'. Se sim, saiba que existe na internet um jogo que gira em torno disso. Ele se chama Drone Guesser, e pode ser jogado aqui.

O jogo é claramente inspirado no GeoGuessr, um game muito semelhante, mas que utiliza imagens retiradas do Google Street View de diversas partes do mundo. O Drone Guesser, por sua vez, pega os vídeos do banco de dados do Airstoc, um site de contratação de pilotos de drone, que criou o jogo.



Cada sessão de jogo é composta por cinco rodadas, e em cada uma o jogador deve apontar, no mapa-mundi, onde foi gravada a imagem que é mostrada. Quanto mais perto for o palpite do verdadeiro local de gravação da imagem, maior a pontuação. Ao final das cinco rodadas, os pontos são somados e o jogador pode ver onde cada imagem foi gravada. 

Quase nenhum ponto turístico facilmente identificável aparece nas imagens, o que torna o jogo mais difícil (e interessante). Ainda assim, o fato de que os drones ainda não são tão populares no mundo faz com que, na dúvida, você possa chutar na Europa e ainda ganhar alguns pontos.







quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Um novo esporte: caça ao drone

Que os drones já fazem parte dos esportes do futuro, todo mundo já sabe a esta altura do campeonato. Resta saber como exatamente serão esses esportes.

A marca de bebidas Mountain Dew entrou na disputa com um esporte diferente que remete à tradicional caça às raposas: a muito mais moderna caça ao drone.



O comercial preparado para uma campanha da empresa mostra competidores montados em motocicletas perseguindo um drone em alta velocidade pelas florestas de Casablanca, no Chile. Aparentemente, o vitorioso é aquele que conseguir capturar a aeronave com uma rede especial. 

Confira o vídeo: 


Se a caça aos drones vai se tornar mesmo um esporte popular entre os jovens, é uma dúvida que fica para o futuro. Mas o anúncio faz parte de uma iniciativa da Mountain Dew de patrocinar um campeonato real de corridas de aeronaves controladas remotamente.

O evento organizado pela DR1 Racing irá reunir 12 pilotos experientes de drones para uma acirrada contenda envolvendo “um punhado de obstáculos do ambiente e criados pelo homem”. A primeira corrida está programada para acontecer em Agosto deste ano em uma represa próxima a Los Angeles, nos Estados Unidos. A corrida será transmitida ao vivo no Twitch e pelos canais de televisão Discovery Channel e Science Channel.

Drone filma baleias perseguindo e matando um tubarão


Uma daquelas cenas dignas de ser registrada pela National Geographic foi captada sem querer por Bruno Kataoka, que frequenta a praia com seu drone nos momentos de lazer.
Nela, um grupo de baleias falsa-orca persegue e mata um tubarão adolescente que está sozinho. A perseguição aconteceu nas águas transparentes ao sul de Sidney, na Austrália.


A falsa-orca chega a ter entre três a cinco metros de comprimento e é muito parecida com a orca. A diferença é que elas têm a área do peito na cor cinza ao invés de branco como as orcas. Já o tubarão que virou almoço das baleias não pode ser identificado nas imagens.


A cena empolgou a bióloga marinha Georgina Wood, que conferiu as imagens a pedido do canal australiano de TV 7 News. “É incrível, esse tipo de filmagem é muito rara”, diz ela. Ainda há muito a ser estudado sobre as falsas-orcas, já que a maioria da informação reunida sobre elas vem de indivíduos presos ou encalhados na praia. Vê-los agindo com naturalidade é muito importante para os biólogos.

Com a multiplicação de drones – amadores ou não –, os pesquisadores esperam obter mais informações sobre essa espécie e muitas outras.

Pulseiras fitness dominam mercado de vestíveis


O primeiro estudo ComTech Wearables da Kantar Worldpanel mostra que, em março deste ano, mais de um em cada dez consumidores nos EUA possuíam uma pulseira fitness ou smartwatch (12,2%), quase o dobro da penetração nos principais mercados europeus (Reino Unido, Alemanha, França, Itália), onde a margem é de 6,6%


As chamadas “fitbands” dominam o mercado norte-americano – 3 em cada 4 wearables “para o pulso” são dessa categoria. Tanto para usuários de smartwatches quanto para compradores de pulseiras fitness, a marca,  facilidade de uso e as funcionalidades incluídas são os principais motivos para compra, mais do que design e preço. A marca Fitbit se estabeleceu como uma líder desse mercado desde o início, capturando 61,7% da base instalada nos EUA, ao comunicar valores de marca simples e claros para seus consumidores.


Apesar da propaganda dos smartwatches destacar suas funcionalidades ligadas a um melhor estilo de vida e controle de atividades físicas, eles estão em geral substituindo os relógios de pulso tradicionais. Nos EUA, 31,9% de todos os smartwatches e 43% dos Apple Watches foram adquiridos para substituir modelos “não inteligentes”. Já nos principais mercados europeus, a batalha com os relógios de pulso fica ainda mais intensa, com 39% de todos os smartwatches tomando o lugar de um relógio tradicional, taxa que chega a 49,6% entre os usuários de Apple Watches e 41,5% para quem adquiriu um modelo da Samsung.

No Brasil, dados de uma pesquisa da Lightspeed, realizada no início deste ano, mostraram que os brasileiros e os britânicos tendem a preferir o uso de pulseiras fitness à smartwatches. O público brasileiro costuma ser mais cauteloso com a compra, já que ainda estão pensando na aquisição de outros itens tecnológicos, como smartphone e tablets, como destaca David Fiss, diretor de client service da Kantar Worldpanel.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Famosa técnica de Hitchcock é reproduzida em imagens capturadas por drone

As funcionalidades dos drones têm sido exploradas pelos mais variados setores, e a capacidade de capturar imagens pode ser realmente surpreendente. Os cineastas estão começando a pensar nas possibilidades, como Tim Sessler, fundador da Brooklyn Aerials, que conseguiu reproduzir a famosa técnica Dolly Zoom.


Para quem não conhece, a técnica é um efeito que altera a percepção do espectador, muitas vezes de forma vertiginosa. Basicamente o efeito é conseguido por dois movimentos simultâneos: o da câmera, indo para frente ou para trás, ao mesmo tempo em que se faz uso do zoom (in ou em recuo). 

O conceito foi criado por Irmin Roberts, diretor de fotografia falecido em 1978, mas foi introduzido no cinema por Alfred Hitchcock em seu famoso filme Vertigo, de 1958. Mesmo depois de praticamente 60 anos o efeito ainda é alucinante, e o vídeo criado por Sessler, chamado Balance, utilizando a Dolly Zoom pelo drone é realmente incrível. 

Confira o resultado:

BALANCE from Tim Sessler on Vimeo.

Depois dos celulares, Counter Strike é adaptado para smartwatches






Jogar o shooter Counter Strike pode ser difícil para alguns usuários mesmo no PC. Mas houve quem levasse o game para o celular – mesmo sendo complicado de jogar. No entanto, o vício pelos combates armados ainda vai mais longe: chegou aos smartwatches.


Você pode até pensar “mas as telas dos relógios digitais são pequenas demais para isso!”. Bem, elas são mesmo. Como é possível ver no vídeo abaixo, em que o usuário Dave Bennett tenta jogar o game em seu relógio.


Fica nítido que a adaptação do software à plataforma foi bem feita, pois todos os ícones aparecem nos cantos, o personagem se movimenta livremente, entre outras coisas. No entanto, os dedos de Bennett ocupam tanto espaço no display que mal é possível ver o jogo.


Na descrição de seu vídeo, o próprio criador da adaptação demonstra como essa foi uma ideia ruim: “Você já tentou jogar Counter Strike no seu smartwatch? Provavelmente não, e há uma boa razão para isso”, conta.

Além do game de combate, Bennett adaptou o jogo Half Life no seu Android Wear. 

Primeiro 'Café Drone' do mundo abre na Universidade de Eindhoven


Vários drones domésticos, pires voadores brancos de olhos luminosos, são os garçons do primeiro "Café Drone" do mundo aberto neste final de semana, na Universidade tecnológica de Eindhoven, anunciou Tessie Hartjes, estudante e responsável pelo projeto.


Neste estabelecimento, os garçons passam voando entre as mesas... literalmente. O robô chamado "Blue Jay", o primeiro drone doméstico de interior autônomo, se aproxima e tira o pedido dos clientes, que apontam sua escolha na carta de coquetéis.

"Seus olhos vão enchendo pouco a pouco, como uma barra de download. Uma vez que tenham se iluminado completamente quer dizer que o pedido está pronto. E outro drone leva a garrafa à mesa, fixada por meio de uma pinça", explica Hartjes à AFP.

Este café efêmero de aspecto futurista abre na ocasião do "Dream & Dare Festival", celebrado pelo 60º aniversário da universidade, e propõe quatro coquetéis, com e sem álcool, todos verdes e azuis, como os olhos de meia-lua de Blue Jay.

Dotado com uma pinça similar a uma mão humana, "a ferramenta mais funcional para as tarefas cotidianas", este robô é capaz de voar nos interiores, graças a alguns captores, pequenas hélices e uma bateria, contrariamente aos drones exteriores, que funcionam com GPS.


Com um custo de produção de 2.000 euros por peça financiados pela universidade, investimentos privados e um sistema de financiamento participativo, estes mini-helicópteros (seis, até o momento) são o fruto de nove meses de trabalho de 20 estudantes voluntários de distintas faculdades, dos quais a maioria interrompeu seus estudos durante um ano para se dedicar exclusivamente ao projeto.

"Este novo tipo de drone poderá nos acompanhar na vida diária e ser uma ferramenta muito útil para a espécie humana. Nós o vemos como o próximo celular, que cada um pode programar como desejar", declara o responsável pelo projeto.