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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Drone imita insetos e é capaz de pousar em paredes e tetos



O mercado de drones não para de inovar e trazer as mais curiosas diversidades. Nós vimos drones de vários tamanhos, bem como aqueles com diferentes tipos de câmeras, mas o que dizer quando se trata de pousar em qualquer lugar - até mesmo no teto?

Estudantes de pesquisa da Universidade de Stanford desenvolveram um drone que pode fazer isso: "pousar" qualquer superfície, como paredes e tetos. Exatamente como os insetos voadores.

De fato o drone parece ter sido inspirado na natureza. Ele é capaz disso devido ao uso de uma "cauda" e "microespinhos", que são pequenas almofadas criadas para trabalhar em modo semelhante aos membros de uma lagartixa. Ao "pousar" em uma parede, o drone bate suavemente na superfície com a cauda e, em seguida, se posiciona verticalmente.

Uma vez que a parte superior do drone faz contato com uma superfície, seja um teto ou uma parede, os microespinhos se prendem usando o atrito, graças a solavancos na textura de materiais como o concreto.

Veja a Quadrotor em ação no vídeo dos alunos a seguir:


Esse recurso pode ser um grande avanço para o mercado de drones, pois ao pousar em quase todo tipo de superfície, ele também é capaz de economizar bateria por não precisar pairar em um lugar por longos períodos para continuar executando suas tarefas, como capturar imagens. Ou seja, se você precisa manter o drone parado em um lugar, não precisará que suas quatro hélices estejam funcionando.



Os alunos também imaginam que ele pode ser útil em situações onde o clima difícil ou áreas complexas torna o voo impossível. A principal limitação neste ponto é a dificuldade do drone fixar suas "garras" em superfícies lisas, como concreto polido. Para isso, o plano é experimentar adesivos para resolver este problema.



Pai usa drone para arrancar dente de leite do filho



O australiano Simon Emery usou um drone para arrancar o dente de leite do filho que já estava mole havia alguns dias.


Para a técnica inusitada, ele amarrou um barbante ao redor do dente e então o conectou ao equipamento. No vídeo, que mostra cenas gravadas com duas câmeras, o pai aparece acalmando o menino momentos antes da pequena aeronave levantar voo e realizar a extração. Tudo aconteceu na frente da casa da família, que vive em Perth, na Austrália.

"Ele estava um pouco assustado no início, mas depois ficou bastante empolgado por ter um dos drones do papai arrancando o dente", conta o pai, segundo o canal Viral Hog.


O método deu certo e a única "falha" foi ninguém ter sido capaz de encontrar o dente depois.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Cabo Frio/RJ by Drone

Confira este vídeo sensacional:




Drone com câmera de ação por menos de R$ 20 por semana

Conheça o jogo que utiliza imagens gravadas por drones


Você já viu algum vídeo com imagens de drones e ficou pensando 'nossa, onde será que esse vídeo foi gravado?'. Se sim, saiba que existe na internet um jogo que gira em torno disso. Ele se chama Drone Guesser, e pode ser jogado aqui.

O jogo é claramente inspirado no GeoGuessr, um game muito semelhante, mas que utiliza imagens retiradas do Google Street View de diversas partes do mundo. O Drone Guesser, por sua vez, pega os vídeos do banco de dados do Airstoc, um site de contratação de pilotos de drone, que criou o jogo.



Cada sessão de jogo é composta por cinco rodadas, e em cada uma o jogador deve apontar, no mapa-mundi, onde foi gravada a imagem que é mostrada. Quanto mais perto for o palpite do verdadeiro local de gravação da imagem, maior a pontuação. Ao final das cinco rodadas, os pontos são somados e o jogador pode ver onde cada imagem foi gravada. 

Quase nenhum ponto turístico facilmente identificável aparece nas imagens, o que torna o jogo mais difícil (e interessante). Ainda assim, o fato de que os drones ainda não são tão populares no mundo faz com que, na dúvida, você possa chutar na Europa e ainda ganhar alguns pontos.







quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Um novo esporte: caça ao drone

Que os drones já fazem parte dos esportes do futuro, todo mundo já sabe a esta altura do campeonato. Resta saber como exatamente serão esses esportes.

A marca de bebidas Mountain Dew entrou na disputa com um esporte diferente que remete à tradicional caça às raposas: a muito mais moderna caça ao drone.



O comercial preparado para uma campanha da empresa mostra competidores montados em motocicletas perseguindo um drone em alta velocidade pelas florestas de Casablanca, no Chile. Aparentemente, o vitorioso é aquele que conseguir capturar a aeronave com uma rede especial. 

Confira o vídeo: 


Se a caça aos drones vai se tornar mesmo um esporte popular entre os jovens, é uma dúvida que fica para o futuro. Mas o anúncio faz parte de uma iniciativa da Mountain Dew de patrocinar um campeonato real de corridas de aeronaves controladas remotamente.

O evento organizado pela DR1 Racing irá reunir 12 pilotos experientes de drones para uma acirrada contenda envolvendo “um punhado de obstáculos do ambiente e criados pelo homem”. A primeira corrida está programada para acontecer em Agosto deste ano em uma represa próxima a Los Angeles, nos Estados Unidos. A corrida será transmitida ao vivo no Twitch e pelos canais de televisão Discovery Channel e Science Channel.

Drone filma baleias perseguindo e matando um tubarão


Uma daquelas cenas dignas de ser registrada pela National Geographic foi captada sem querer por Bruno Kataoka, que frequenta a praia com seu drone nos momentos de lazer.
Nela, um grupo de baleias falsa-orca persegue e mata um tubarão adolescente que está sozinho. A perseguição aconteceu nas águas transparentes ao sul de Sidney, na Austrália.


A falsa-orca chega a ter entre três a cinco metros de comprimento e é muito parecida com a orca. A diferença é que elas têm a área do peito na cor cinza ao invés de branco como as orcas. Já o tubarão que virou almoço das baleias não pode ser identificado nas imagens.


A cena empolgou a bióloga marinha Georgina Wood, que conferiu as imagens a pedido do canal australiano de TV 7 News. “É incrível, esse tipo de filmagem é muito rara”, diz ela. Ainda há muito a ser estudado sobre as falsas-orcas, já que a maioria da informação reunida sobre elas vem de indivíduos presos ou encalhados na praia. Vê-los agindo com naturalidade é muito importante para os biólogos.

Com a multiplicação de drones – amadores ou não –, os pesquisadores esperam obter mais informações sobre essa espécie e muitas outras.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Famosa técnica de Hitchcock é reproduzida em imagens capturadas por drone

As funcionalidades dos drones têm sido exploradas pelos mais variados setores, e a capacidade de capturar imagens pode ser realmente surpreendente. Os cineastas estão começando a pensar nas possibilidades, como Tim Sessler, fundador da Brooklyn Aerials, que conseguiu reproduzir a famosa técnica Dolly Zoom.


Para quem não conhece, a técnica é um efeito que altera a percepção do espectador, muitas vezes de forma vertiginosa. Basicamente o efeito é conseguido por dois movimentos simultâneos: o da câmera, indo para frente ou para trás, ao mesmo tempo em que se faz uso do zoom (in ou em recuo). 

O conceito foi criado por Irmin Roberts, diretor de fotografia falecido em 1978, mas foi introduzido no cinema por Alfred Hitchcock em seu famoso filme Vertigo, de 1958. Mesmo depois de praticamente 60 anos o efeito ainda é alucinante, e o vídeo criado por Sessler, chamado Balance, utilizando a Dolly Zoom pelo drone é realmente incrível. 

Confira o resultado:

BALANCE from Tim Sessler on Vimeo.

Depois dos celulares, Counter Strike é adaptado para smartwatches






Jogar o shooter Counter Strike pode ser difícil para alguns usuários mesmo no PC. Mas houve quem levasse o game para o celular – mesmo sendo complicado de jogar. No entanto, o vício pelos combates armados ainda vai mais longe: chegou aos smartwatches.


Você pode até pensar “mas as telas dos relógios digitais são pequenas demais para isso!”. Bem, elas são mesmo. Como é possível ver no vídeo abaixo, em que o usuário Dave Bennett tenta jogar o game em seu relógio.


Fica nítido que a adaptação do software à plataforma foi bem feita, pois todos os ícones aparecem nos cantos, o personagem se movimenta livremente, entre outras coisas. No entanto, os dedos de Bennett ocupam tanto espaço no display que mal é possível ver o jogo.


Na descrição de seu vídeo, o próprio criador da adaptação demonstra como essa foi uma ideia ruim: “Você já tentou jogar Counter Strike no seu smartwatch? Provavelmente não, e há uma boa razão para isso”, conta.

Além do game de combate, Bennett adaptou o jogo Half Life no seu Android Wear. 

O futuro chegou: A pele agora é tela touchscreen




Quem possui um relógio inteligente e dedos grandes pode encontrar problemas ao tentar clicar na tela pequena do dispositivo. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon criou uma solução para essa dificuldade: tornar a pele do braço ou da mão uma "tela tátil" para o smartwatch.





O sistema, chamado de SkinTrack conta com um anel emissor de sinal, usado no dedo, para se comunicar com o relógio. Quando o dedo que usa o anel toca a pele, um sinal elétrico de alta frequência se espalha pelo braço do usuário. A distância entre o anel e os eletrodos na pulseira identificam a posição do dedo. "O diferencial do SkinTrack é que ele não é intrusivo; relógios e anéis são itens que as pessoas já usam todos os dias", afirma Yang Zhang, estudante responsável pela tecnologia.




O SkinTrack é capaz até de acompanhar movimentos continuamente, permitindo que o usuário desenhe, por exemplo. O sistema também detecta gestos discretos, como deslizar para a esquerda ou direita para mudar de app ou sair de um programa. É possível até arrastar apps "para fora" do relógio, criando atalhos no braço par abrí-los.

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Segundo os pesquisadores, a tecnologia é segura e não há nenhuma evidência de que os sinais gerados tenham qualquer efeito nocivo sobre o corpo.

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Quem é mais rápido? Um drone ou um carro da McLaren? Confira


Para promover o World Drone Prix, em Dubai, os organizadores pegaram uma McLaren 650s, utilizada pela polícia local, para correr ao lado de um drone. Mas, como você pode notar no vídeo ali em baico, não é uma corrida comum: parece um jogo alucinante feito para PlayStation 4 ou Xbox One. Também, a edição e a montagem nos fazem lembrar de Tron, com luzes neon para todos os lados.




O McLaren 650s alcança mais de 330 km/h, será que um drone consegue ultrapassar essa marca? Já sabemos que os drones mais rápidos ficam na casa dos 150 km/h. Enfim, assista ao vídeo — o mais importante é a experiência, não saber qual é o mais rápido.

Conheça alinha de Drones da Eletrosferas.com clicando AQUI.

As Melhores Imagens de Drones de 2016

O Drone Film Festival de Nova Iorque tem o objetivo de incentivar a utilização de drones ao mostrar imagens de grande beleza.


As imagens do vídeo acima foram compiladas pelo Drone Film Festival, em Nova Iorque, e mostra desde lugares inóspitos, a bocas de vulcões e até quintas de painéis solares. As localizações são diversas mas têm uma coisa em comum: a beleza aérea captada pelo drone.

O objetivo da organização do festival com este vídeo foi mostrar o que é possível conseguir quando um drone é colocado nas mãos de profissionais, oferecendo toda uma nova perspetiva de ver o mundo à nossa volta.

Procurando um Drone para sua diversão, clique AQUI.